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Síndrome de Rokitansky

6 Comentários

A síndrome de Rokitansky que também é conhecida por MRKH se caracteriza pela ausência de útero e da vagina. Geralmente ela é diagnosticada até a adolescência. A síndrome afeta 1 em cada 5000 recém-nascidos do sexo feminino. A menina nunca menstrua , mas suas mamas se desenvolvem normalmente e todos os sinais de feminilidade estão presentes.

Apesar da ausência do útero e da vagina, ela possui tubas uterinas e ovários. Embora as causas da síndrome ainda sejam desconhecidas, uma pesquisa mostrou que a origem é genética e a anomalia surge durante a 6ª semana de vida embrionária.

Como saber se a menina tem a síndrome de Rokitansky

  • Ausência de menstruação
  • Durante a relação sexual, fica difícil a penetração e quando ocorre é apenas parcial, mas com muita dor e desconforto
  • Problemas de audição, renal ou esquelético (especialmente escoliose), mas não sistemático. E ainda problemas cardíacos e hérnias.
  • O diagnóstico é feito por testes específicos com o ginecologista, e depois um especialista que irá confirmar ou não a MRKH. O médico faz um exame  para sentir a presença do útero e um exame da curva de temperatura para ver se os ovários estão funcionando.
  • Outros exames como ultrassom, ressonância magnética e laparoscopia permitem o diagnóstico e ultrassom renal para verificar anormalidades nos rins.
  • Finalmente testes de cariótipo confirmarão a síndrome MRKH

Tratamento

O objetivo do tratamento será permitir que a mulher tenha relações sexuais.

  1. “O método Franck” que consiste em tentar dilatar manualmente a fim de se criar uma nova vagina. Só o médico deverá indicar esse tratamento.
  2. A cirurgia e diferentes métodos existem para criar uma vagina funcional.
  3. A terceira alternativa seria deixar as coisas como estão com o entendimento que nas relações sexuais é possível chegar ao orgasmo por outros caminhos.

Além do aspecto físico a maior preocupação está no aspecto psicológico e a menina precisará de todo apoio dos familiares e da equipe médica. Se você suspeita ser portadora da síndrome procure um médico. Existem também grupos de apoio nesse blog. Assista ao vídeo e divulgue, alguém pode estar precisando desse apoio.

watch?feature=player_embedded&v=NVx5fNc5ISU

 

Autor: catgab

Sou carioca, atualmente moro em Santos e trabalho na área de saúde, sou casada tenho dois filhos. Sou colaboradora de um blog de moda, pela qual também tenho interesse, como toda mulher.

6 pensamentos sobre “Síndrome de Rokitansky

  1. Querida autora deste espaço, agradeço imensamente por ajudar a divulgar a Síndrome de Rokitansky. Quanto mais informação existir mais fácil será encontrar as soluções e superar todas as suas consequencias, onde a área psicológica é a mais afetada. É totalmente possível ter vida sexual normal e constituir família e isso tanto as portadoras quanto a sociedade precisam saber e conhecer. Flor, creio que houve uma falha ao colocar o link do blog de apoio, se for possível corrigir … Mais uma vez agradeço por divulgar a Sd., o blog, o vídeo … Espero que muitas moças que hoje se encontram desnorteadas com diagnóstico possam chegar até nós através do seu post. Gostaria muito de te conhecer para conversarmos mais a respeito. Grande abraço!

    • Foi um prazer receber sua visita e agradeço também pelo comentário. Tive problemas para fazer este post, nem mesmo a fonte que seria o seu blog eu consegui colocar no final, e o vídeo eu gostaria que estivesse aparecendo como um vídeo mesmo, mas por causa das propagandas que ficam logo abaixo ficou difícil. Agora o link está correto. Obrigada por compartilhar tão importantes notícias da saúde com a população. Obrigada. Catia Souza

  2. The beautiful flower caught my view. I am wondering are you talking about a female personal problem? I noticed the female organ name in your post.

  3. Hello, is not a personal problem of mine. I just shared a rare disease in order to help those who have the problem. Here is a small snippet of text in English: “Rokitansky syndrome which is also known as MRKH is characterized by the absence of the uterus and vagina. Generally it is diagnosed until adolescence. The syndrome affects 1 in every 5000 newborns female. Thanks

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